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Em Coari, conselheiros tutelares tomam café com Adail Pinheiro, condenado por pedofilia

Em 2014, Adail Pinheiro foi condenado a quase 12 anos de prisão por exploração sexual de menores. Ele foi apontado por chefiar a rede de exploração sexual de crianças e adolescentes na cidade.

30/11/2021 10h57 Atualizada há 2 meses
Por: Sadim Salatiel
Em Coari, conselheiros tutelares tomam café com Adail Pinheiro, condenado por pedofilia

Os conselheiros tutelares do município de Coari (AM) estiveram no último domingo (28) na casa do ex-prefeito da cidade, Adail Pinheiro, para declarar apoio ao sobrinho dele, Keitton Pinheiro (Progressista) que disputa a prefeitura do município.

Em suas redes sociais, o candidato Keitton Pinheiro destacou o apoio dos conselheiros e disse que a parceria “visa o fortalecimento das ações e atividades do Conselho Tutelar” no município. Hoje, o nosso futuro vice-prefeito Edilson Lima, acompanhado do nosso líder político Adail Pinheiro, esteve participando de um café da manhã especial com os 15 conselheiros tutelares de Coari, onde ouviu as principais demandas da entidade e firmou um compromisso, visando o fortalecimento das ações e atividades do Conselho Tutelar do município. Podem ter certeza, meus amigos e minhas amigas, nós não mediremos esforços para buscar soluções para questões em relação ao trabalho dos profissionais e desafios da área. Juntos somos mais”, escreveu Keitton.

Em 2014, Adail Pinheiro foi condenado a quase 12 anos de prisão por exploração sexual de menores. Ele foi apontado por chefiar a rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. Na época, a prisão do político repercutiu em todos os veículos de comunicação do país. Os supostos casos de pedofilia em Coari foram revelados em reportagens do Fantástico, da rede Globo.

No ano de 2017, Adail ganhou na Justiça do Amazonas a extinção da pena em regime fechado por decisão do juiz da Vara de Execuções Penais, Luís Carlos Valois.

Neste ano, a defesa de Adail entrou na justiça par que fosse anulada a sua condenação, porém os desembargadores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) rejeitaram o pedido. O pedido foi em função suspeição do juiz que o julgou, Rafael Romano, que foi condenado a 47 anos de prisão por crime de abuso sexual contra a própria neta.

 
 
 
 
 
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