Quarta, 14 de Abril de 2021
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Polícia INVESTIGAÇÃO

Operação "Sevandija" da PF investiga grupo que fraudava auxílio emergencial em Manaus

Foram cumpridos quatro mandados judiciais de busca e apreensão.

06/04/2021 16h44 Atualizada há 1 semana
Por: Lohana Fernandes
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Na manhã desta terça-feira (6), a Polícia Federal deflagrou uma nova operação para investigar supostas fraudes praticadas contra o auxílio emergencial.

Operação denominada "Sevandija" (nome comum a todos os parasitas e vermes) apura suspeitos que teriam atuado em Manaus, a ação cumpre quatro mandados judiciais de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara Criminal da Justiça Federal do Amazonas.

Segundo os investigadores, os criminosos desviavam valores que seriam destinados as pessoas cadastradas para receber o benefício do governo federal.

"A Polícia Federal constatou que o golpe é aplicado em território nacional, mediante cadastro no aplicativo CAIXA Tem ou pelo site, em nome de terceiros. Com a disposição dos valores nas respectivas contas sociais fraudadas, os membros da organização realizaram pagamentos, por meio de boletos, bem como realizaram transferência bancárias fraudulentas, a fim de meio de boletos, bem como realizam transferência bancárias fraudulentas, a fim de receberem os recursos desviados", informou a PF.

Durante o cumprimento dos mandados, um dos investigados foi preso em flagrante por tráfico de entorpecentes, uma vez que havia com ele "grande quantidade de substância com características similares à maconha"

Segundo a PF, os indiciados poderão responder pelos crimes de associação a organização criminosa e furto qualificado mediante fraude. Se condenados, poderão cumprir pena de até 16 anos de reclusão.

Operação Checker

No Paraná, a Polícia Federal deflagrou a Operação Checker, para desarticular uma organização criminosa que também atuava na fraude do auxílio emergencial. Dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão foram expedidos no município paranaense de Umuarama.

Os suspeitos teriam usado programas de computador que, por meio de algoritmos, geram números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e softwares chamados checkeres, que indicavam titulares aptos a receber o benefício.

A PF informa que saques eram realizados diretamente no caixa eletrônico, na agência bancária ou então, quando em valores maiores, por meio de transferência através do sistema PIX", informa PF.

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